{"id":21037,"date":"2024-06-25T07:47:17","date_gmt":"2024-06-25T10:47:17","guid":{"rendered":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/?p=21037"},"modified":"2024-06-25T07:47:17","modified_gmt":"2024-06-25T10:47:17","slug":"justica-reconhece-restricao-a-anuncio-de-especializacao-por-medicos-pos-graduados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/justica-reconhece-restricao-a-anuncio-de-especializacao-por-medicos-pos-graduados\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a reconhece restri\u00e7\u00e3o a an\u00fancio de especializa\u00e7\u00e3o por m\u00e9dicos p\u00f3s-graduados"},"content":{"rendered":"<p>fonte: <a href=\"https:\/\/portal.cfm.org.br\/noticias\/justica-reconhece-restricao-ao-anuncio-de-especializacao-por-medicos-pos-graduados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CFM<\/a><\/p>\n<p>A 8\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) acatou recurso impetrado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e reconheceu a compet\u00eancia da autarquia em editar atos normativos relativos \u00e0 publicidade m\u00e9dica. Em senten\u00e7a anterior, o \u00f3rg\u00e3o havia atendido a pedido da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de M\u00e9dicos com Expertise de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o (Abramepo) para que seus associados pudessem \u201cdivulgar e anunciar suas respectivas titula\u00e7\u00f5es de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o latu sensu desde que reconhecidas pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Cultura, n\u00e3o se aplicando a veda\u00e7\u00e3o prevista na Resolu\u00e7\u00e3o CFM 1.974\/2011\u201d, defendeu a entidade. A norma do Conselho estabelece os crit\u00e9rios norteadores da propaganda em Medicina e impede o an\u00fancio da participa\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico em curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o realizado para a capacita\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica em especialidades m\u00e9dicas e suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conforme o Manual de Publicidade M\u00e9dica, que detalha a resolu\u00e7\u00e3o CFM, esses t\u00edtulos n\u00e3o devem ser anunciados \u201cpor terem potencial para confundir o paciente\u201d, que \u201cdeve ter absoluta clareza sobre a forma\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico que o atende\u201d, orienta a publica\u00e7\u00e3o. O documento tamb\u00e9m informa os requisitos legais que devem ser cumpridos para obten\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de especialista, \u201cadquirido por meio do programa de resid\u00eancia m\u00e9dica ou por avalia\u00e7\u00e3o de sociedade de especialidade reconhecida pelo CFM\u201d.<\/p>\n<p><strong>Validade da Resolu\u00e7\u00e3o CFM<\/strong>\u00a0\u2013 O relator do ac\u00f3rd\u00e3o, desembargador Novely Vilanova, validou a norma editada pelo Conselho, citando artigo da Resolu\u00e7\u00e3o que define como \u201cexpressamente vedado (ao m\u00e9dico) o an\u00fancio de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o realizada para a capacita\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica em especialidades m\u00e9dicas e suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, mesmo que em institui\u00e7\u00f5es oficiais\u201d. Do texto, Novely Vilanova concluiu: \u201cp\u00f3s-graduado n\u00e3o \u00e9 especialista em medicina\u201d.<\/p>\n<p>Na decis\u00e3o, o magistrado tamb\u00e9m cita ainda argumento apresentado pelo Conselho, de que \u201co CFM n\u00e3o pro\u00edbe a divulga\u00e7\u00e3o desses t\u00edtulos, o que n\u00e3o \u00e9 permitido pelo Decreto n. 8.516\/2015 \u00e9 a divulga\u00e7\u00e3o incorreta dos cursos de p\u00f3s como se fossem especialidades m\u00e9dicas\u201d. O dispositivo citado pelo CFM regulamenta a forma\u00e7\u00e3o do Cadastro Nacional de Especialistas.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.cfm.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/10263442020204013400_418438533_Acordao__1_.pdf\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>\u00a0a decis\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM A 8\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) acatou recurso impetrado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e reconheceu a compet\u00eancia<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17313,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[76],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21037"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21037"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21037\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21038,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21037\/revisions\/21038"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17313"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21037"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21037"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21037"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}