{"id":17512,"date":"2021-11-16T07:41:49","date_gmt":"2021-11-16T10:41:49","guid":{"rendered":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/?p=17512"},"modified":"2021-11-16T07:41:49","modified_gmt":"2021-11-16T10:41:49","slug":"ministerio-da-saude-promove-curso-sobre-diagnostico-e-causas-de-anomalias-congenitas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/ministerio-da-saude-promove-curso-sobre-diagnostico-e-causas-de-anomalias-congenitas\/","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio da Sa\u00fade promove curso sobre diagn\u00f3stico e causas de anomalias cong\u00eanitas"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/p>\n<p>Expandir o conhecimento de profissionais de sa\u00fade que atuam no diagn\u00f3stico, notifica\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia das anomalias cong\u00eanitas, e abordar as causas dessas condi\u00e7\u00f5es. Esses s\u00e3o alguns dos objetivos do curso \u201cAnomalias Cong\u00eanitas: Curso Introdut\u00f3rio para a Vigil\u00e2ncia ao Nascimento\u201d, oferecido pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/p>\n<p><a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/lumina.ufrgs.br\/course\/view.php?id=143#section-2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-tippreview-enabled=\"false\" data-tippreview-image=\"\" data-tippreview-title=\"\">Clique aqui\u00a0para se inscrever.\u00a0<\/a>O curso j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel, sem per\u00edodo limite para a inscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Elaborado por especialistas que atuam diretamente com pesquisa e assist\u00eancia \u00e0s pessoas com anomalias cong\u00eanitas, o curso \u00e9 dividido em quatro m\u00f3dulos. As aulas s\u00e3o realizadas na modalidade \u00e0 dist\u00e2ncia, com dura\u00e7\u00e3o de 30h. O curso \u00e9 focado em um grupo espec\u00edfico de anomalias cong\u00eanitas consideradas priorit\u00e1rias como, por exemplo, microcefalia e cardiopatias.<\/p>\n<p>As anomalias cong\u00eanitas s\u00e3o um conjunto de altera\u00e7\u00f5es estruturais ou funcionais que ocorrem durante a vida intrauterina e que podem ser detectadas antes, durante ou ap\u00f3s o nascimento. Podem afetar diversos \u00f3rg\u00e3os e sistemas do corpo humano e s\u00e3o causadas por um ou mais fatores gen\u00e9ticos, infecciosos, nutricionais e ambientais, podendo ser resultado de uma combina\u00e7\u00e3o desses fatores.<\/p>\n<p><strong>Anomalias cong\u00eanitas<\/strong><br \/>\nDentre as anomalias cong\u00eanitas mais comuns, encontram-se: as cardiopatias cong\u00eanitas, que s\u00e3o altera\u00e7\u00f5es na estrutura ou fun\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o; os defeitos de membros, como membros ausentes, supranumer\u00e1rios ou com desenvolvimento alterado; os defeitos de tubo neural, que se relacionam a uma falha no fechamento adequado do tubo neural embrion\u00e1rio, como a anencefalia e a espinha b\u00edfida; e as anomalias cromoss\u00f4micas, como a s\u00edndrome de Down.<\/p>\n<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), estima-se que, globalmente, cerca de 6% dos nascimentos apresentam algum tipo de anomalia cong\u00eanita e, por ano, cerca de 295 mil crian\u00e7as morrem nos primeiros quatro meses de vida em decorr\u00eancia dessas altera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Muitas dessas anomalias s\u00e3o evit\u00e1veis ou pass\u00edveis de interven\u00e7\u00e3o, possibilitando a melhoria da qualidade de vida dos indiv\u00edduos afetados. No Brasil, de acordo com dados do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es sobre Nascidos Vivos (Sinasc), cerca de 24 mil nascidos vivos s\u00e3o registrados com algum tipo de anomalia cong\u00eanita a cada ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade Expandir o conhecimento de profissionais de sa\u00fade que atuam no diagn\u00f3stico, notifica\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia das anomalias cong\u00eanitas, e abordar as causas dessas<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15518,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[76],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17512"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17512"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17512\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17514,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17512\/revisions\/17514"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15518"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17512"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17512"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17512"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}