{"id":15156,"date":"2021-02-05T09:29:50","date_gmt":"2021-02-05T12:29:50","guid":{"rendered":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/?p=15156"},"modified":"2021-02-09T10:15:40","modified_gmt":"2021-02-09T13:15:40","slug":"em-20-anos-dobra-o-numero-de-mulheres-que-exercem-a-medicina-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/em-20-anos-dobra-o-numero-de-mulheres-que-exercem-a-medicina-no-brasil\/","title":{"rendered":"Em 20 anos, dobra o n\u00famero de mulheres que exercem a medicina no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>fonte: CFM<\/p>\n<p>Os homens ainda s\u00e3o maioria entre os m\u00e9dicos em atividade no Brasil, mas a diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres vem diminuindo ano a ano. \u00c9 o que mostram os levantamentos da Demografia M\u00e9dica 2020. Segundo os dados mais recentes (2020), os homens representam 53,4% da popula\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos e as mulheres, 46,6%.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.flip3d.com.br\/pub\/cfm\/index10\/?numero=23&amp;edicao=5058\"><strong>ACESSE AQUI A \u00cdNTEGRA DA DEMOGRAFIA M\u00c9DICA 2020<\/strong><\/a><\/p>\n<p>H\u00e1 cinco anos, na pesquisa de 2015, m\u00e9dicos homens somavam 57,5% do total, e as m\u00e9dicas, 42,5%. Trinta anos atr\u00e1s, em 1990, as mulheres eram apenas 30,8%.<\/p>\n<p>Nos grupos de m\u00e9dicos com idades at\u00e9 34 anos, as mulheres j\u00e1 s\u00e3o maioria, em 2020. Elas representam 58,5% entre os m\u00e9dicos com at\u00e9 29 anos e s\u00e3o 55,3% na faixa et\u00e1ria de 30 a 34 anos. No grupo com idade entre 35 e 39 anos, h\u00e1 um equil\u00edbrio num\u00e9rico entre os sexos: com 49,7% de mulheres. A presen\u00e7a masculina na profiss\u00e3o m\u00e9dica aumenta nas faixas et\u00e1rias mais elevadas, atingindo o percentual m\u00e1ximo de 79% no grupo acima dos 70 anos.<\/p>\n<p>A crescente presen\u00e7a feminina na carreira m\u00e9dica \u00e9 n\u00edtida ainda na evolu\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o por sexo ao longo do \u00faltimo s\u00e9culo. Em 1910, os homens eram 77,7% e as mulheres, 22,3%. A presen\u00e7a masculina se amplia at\u00e9 1960, quando chega a 87%, e as mulheres se limitam a 13%. A partir dos anos 1970, as mulheres ampliam sua participa\u00e7\u00e3o e passam de 15,8% em 1970 para 46,6% em 2020.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise dos novos registros de m\u00e9dicos nos CRMs entre 2000 e 2019 tamb\u00e9m ilustra a evolu\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o das mulheres na Medicina. No ano de 2000, por exemplo, 4.572 homens registraram-se nos conselhos, contra 3.594 mulheres \u2013 56% e 44%, respectivamente.<\/p>\n<p>Em 2009, as m\u00e9dicas passaram a ser maioria. Do total de inscritos naquele ano, 50,4% eram mulheres e 49,6%, homens. Em 2019, 21.941 novos m\u00e9dicos fizeram suas inscri\u00e7\u00f5es, dos quais 57,5% eram mulheres e 42,5%, homens. A distribui\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos segundo g\u00eanero por unidade da Federa\u00e7\u00e3o, no entanto, \u00e9 bastante heterog\u00eanea no Pa\u00eds.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15158\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/tabelamulher-690x1024-2.jpg\" alt=\"\" width=\"690\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/tabelamulher-690x1024-2.jpg 690w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/tabelamulher-690x1024-2-202x300.jpg 202w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/tabelamulher-690x1024-2-600x890.jpg 600w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, 690px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM Os homens ainda s\u00e3o maioria entre os m\u00e9dicos em atividade no Brasil, mas a diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres vem diminuindo ano a ano.<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[76],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15156"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15156"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15156\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15160,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15156\/revisions\/15160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15156"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15156"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15156"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}