{"id":13376,"date":"2020-06-15T09:10:20","date_gmt":"2020-06-15T12:10:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/?p=13376"},"modified":"2020-06-15T11:27:24","modified_gmt":"2020-06-15T14:27:24","slug":"13376-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/13376-2\/","title":{"rendered":"Para enfrentar a covid-19, o Brasil conta com 422 mil m\u00e9dicos com menos de 60 anos em atividade"},"content":{"rendered":"<p>fonte: CFM<\/p>\n<p>Levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), mostra que o Pa\u00eds conta com quantidade significativa de m\u00e9dicos &#8211; formados nas escolas brasileiras e com registro nos conselhos regionais de medicina (CRMs) &#8211; em condi\u00e7\u00f5es de engrossar a linha de frente contra a pandemia de covid-19. No entanto, a aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas tem feito com que esses profissionais estejam mal distribu\u00eddos pelos estados e regi\u00f5es.<\/p>\n<p>No momento em que transcorre essa emerg\u00eancia epidemiol\u00f3gica, o Pa\u00eds conta com um total de 523.528 registros ativos de m\u00e9dicos nos 27 Conselhos Regionais de Medicina. Desse montante, 422 mil (80%) t\u00eam idade inferior a 60 anos (Tabela 1), ou seja, est\u00e3o aptos ao atendimento de pacientes com covid-19, desde que n\u00e3o apresentem comorbidades. Na avalia\u00e7\u00e3o do CFM, m\u00e9dicos nessa faixa et\u00e1ria, assim como na popula\u00e7\u00e3o em geral, integram grupo de risco e, devem, portanto, ficarem afastados de atividades de assist\u00eancia m\u00e9dica que os exponha a maiores chances de cont\u00e1gio pelo coronav\u00edrus.<\/p>\n<p><strong>Gradua\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0&#8211; Dado importante na avalia\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho m\u00e9dica \u00e9 que, somente de janeiro a maio de 2020, o Brasil passou a contar com 9.653 novos m\u00e9dicos. S\u00e3o profissionais que conclu\u00edram sua gradua\u00e7\u00e3o em escolas do Pa\u00eds e fizeram seus registros nos CRMs. Apenas em tr\u00eas estados &#8211; S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais \u2013 est\u00e3o concentrados 37,1% desse total.<\/p>\n<p>Dentre os que integram esse grupo de egressos, 40,2% se registraram nos CRMs em janeiro. Desse total, quase 70% colou grau em dezembro 2019. Nos meses seguintes, a distribui\u00e7\u00e3o dos novos inscritos se d\u00e1 assim: fevereiro (6,2%), mar\u00e7o (6,7%), abril (32,3%) e maio (14,5% &#8211; at\u00e9 dia 21).<\/p>\n<p>Ressalte-se que conjunto importante desses m\u00e9dicos, sobretudo os formados em abril e maio, anteciparam suas formaturas, conforme previsto pela Portaria n\u00ba 383, de 9 de abril de 2020, do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, que disp\u00f4s sobre a antecipa\u00e7\u00e3o da cola\u00e7\u00e3o de grau para os alunos dos cursos de Medicina, em fun\u00e7\u00e3o da pandemia de covid-19.<\/p>\n<p><strong>Tend\u00eancia<\/strong>\u00a0&#8211; O acr\u00e9scimo de quase 10 mil novos m\u00e9dicos (Tabela 2), apenas nos primeiros cinco meses de 2020, reflete a tend\u00eancia de crescimento desse contingente de profissionais no Pa\u00eds, nos \u00faltimos anos. Desde 2000, um total de 280.948 egressos deixaram as escolas m\u00e9dicas brasileiras. Descontando-se, no per\u00edodo, 29.584 baixas nesses cadastros por motivos diversos (aposentadoria, \u00f3bito e cancelamento), essa popula\u00e7\u00e3o m\u00e9dica aumentou em 251.364 indiv\u00edduos.<\/p>\n<p>Esse fen\u00f4meno resulta da abertura indiscriminada de novos cursos de medicina e da amplia\u00e7\u00e3o de vagas em escolas m\u00e9dicas j\u00e1 existentes. Atualmente, o Pa\u00eds conta com 341 escolas m\u00e9dicas em funcionamento, das quais 162 (47,5%) iniciaram suas primeiras turmas entre os anos de 2011 e 2019. O n\u00famero total de vagas estimado em fevereiro era pr\u00f3ximo de 36 mil vagas (de primeiro ano). Todos esses dados fazem parte do estudo Demografia M\u00e9dica no Brasil, desenvolvido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em parceria com a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), o qual dever\u00e1 ser lan\u00e7ado ainda este ano.<\/p>\n<p><strong>Tabela 1<\/strong>\u00a0<strong>\u2013<\/strong>\u00a0M\u00e9dicos com menos de 60 anos em atividade, segundo Unidades da Federa\u00e7\u00e3o \u2013 2020<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13379\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela_1.jpg\" alt=\"\" width=\"940\" height=\"694\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela_1.jpg 940w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela_1-300x221.jpg 300w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela_1-768x567.jpg 768w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela_1-600x443.jpg 600w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, (max-width:940px) 100vw, 940px\" \/><\/p>\n<p><strong>Tabela 2 \u2013<\/strong>\u00a0Novos m\u00e9dicos inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina em 2020. CFM\/FMUSP \u2013 2020<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13380\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela2.jpg\" alt=\"\" width=\"928\" height=\"645\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela2.jpg 928w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela2-300x209.jpg 300w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela2-768x534.jpg 768w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela2-600x417.jpg 600w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, (max-width:928px) 100vw, 928px\" \/><\/p>\n<p><strong>Figura 1.<\/strong>\u00a0Novos m\u00e9dicos inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina em 2020, segundo m\u00eas de inscri\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13378\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/novosmedicos_linhafrente.jpg\" alt=\"\" width=\"517\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/novosmedicos_linhafrente.jpg 517w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/novosmedicos_linhafrente-300x147.jpg 300w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, 517px\" \/><\/p>\n<p><strong>Raz\u00e3o por habitante<\/strong>\u00a0&#8211; O aumento recente do n\u00famero de novos m\u00e9dicos de m\u00e9dicos tem impacto na evolu\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o m\u00e9dicos por 1.000 habitantes, indicador \u00fatil para compara\u00e7\u00f5es regionais. O Brasil como um todo passou a ter 2,5 m\u00e9dicos por 1.000 habitantes. Essa raz\u00e3o \u00e9 superior ao registrado na Coreia (2,3), Pol\u00f4nia (2,4), Jap\u00e3o (2,4) e M\u00e9xico (2,4) e ligeiramente abaixo dos Estados Unidos (2,6), Canad\u00e1 (2,8) e Reino Unido (2,9).<\/p>\n<p>Internamente, os dados mostram que a distribui\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos brasileiros \u00e9 desigual entre os Estados (Tabela 3). H\u00e1 pelos menos oito estados com raz\u00e3o de profissionais por 1.000 habitantes igual ou superior ao \u00edndice brasileiro: Paran\u00e1 (2,5), Minas Gerais (2,6), Santa Catarina (2,6), Esp\u00edrito Santo (2,7), Rio Grande do Sul (2,9), S\u00e3o Paulo (3,2), Rio de Janeiro (3,7) e Distrito Federal (5,1).<\/p>\n<p><strong>Tabela 3.<\/strong>\u00a0Raz\u00e3o m\u00e9dico habitante considerando a o total de m\u00e9dicos e os m\u00e9dicos com menos de 60 anos em 2020 de acordo com as unidades federativas, CFM \u2013 2020<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13381\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela3.jpg\" alt=\"\" width=\"583\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela3.jpg 583w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabela3-228x300.jpg 228w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, 583px\" \/><\/p>\n<p><strong>Questionamento<\/strong>\u00a0&#8211; Diante do cen\u00e1rio descrito, que aponta um grande n\u00famero absoluto de m\u00e9dicos, surge um questionamento: se n\u00e3o h\u00e1 falta de profissionais, por que, ent\u00e3o, em alguns locais a rela\u00e7\u00e3o entre estes e popula\u00e7\u00e3o \u00e9 menor do que a m\u00e9dia nacional? A resposta est\u00e1 na fragilidade das condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de propostas do Governo que atraiam e fixem os m\u00e9dicos em \u00e1reas de dif\u00edcil provimento. O hist\u00f3rico dos \u00faltimos anos \u00e9 de terceiriza\u00e7\u00e3o e quarteiriza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os m\u00e9dicos, atrasos nos pagamentos e, muitas vezes, calotes.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o Amazonas, que entre 2019 e 2020 perdeu 549 m\u00e9dicos, segundo o Conselho Regional de Medicina (Cremam). Uma das raz\u00f5es est\u00e1 nos constantes atrasos salariais. Como a maioria dos m\u00e9dicos que trabalham no servi\u00e7o p\u00fablico recebem como pessoa jur\u00eddica (PJ), a cada dificuldade de caixa dos governos estaduais e municipais, eles v\u00e3o tendo seus pagamentos preteridos. Em abril, no pico da pandemia do covid-19 em Manaus, foram pagos os sal\u00e1rios de fevereiro dos m\u00e9dicos que trabalhavam como PJ ou como cooperados. E esta \u00e9 uma realidade que se repete em quase todos os estados, variando apenas o tempo de atraso.<\/p>\n<p>No Rio de Janeiro, que entre 2015 e 2018 viu a popula\u00e7\u00e3o m\u00e9dica diminuir de 61.346 para 59.566, reduzindo a rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico por mil habitantes de 3,75 para 3,55, a inseguran\u00e7a salarial e a viol\u00eancia t\u00eam levado a classe m\u00e9dica a procurar outros s\u00edtios. Em abril, os m\u00e9dicos das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) estavam com os sal\u00e1rios atrasados. Todos eram contratados por Organiza\u00e7\u00f5es Sociais. J\u00e1 os m\u00e9dicos e demais profissionais de v\u00e1rias cl\u00ednicas de sa\u00fade receberam um sal\u00e1rio 25% a 30% menor do que o devido.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es de trabalho<\/strong>\u00a0&#8211; Some-se a esse quadro a falta de condi\u00e7\u00f5es de trabalho, tamb\u00e9m \u00e9 uma constante. Em plataforma desenvolvida pelo CFM, m\u00e9dicos brasileiros t\u00eam relatado dificuldades ligadas ao enfrentamento da covid-19. No primeiro levantamento divulgado, em maio, os m\u00e9dicos denunciaram 17 mil irregularidades, em 2.160 servi\u00e7os m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>As maiores reclama\u00e7\u00f5es foram sobre a falta de EPIs (38,2%). Entre estes, foram apontados problemas com a falta de m\u00e1scaras N95 ou equivalentes (24,6%), avental (22%), \u00f3culos ou protetor facial (18,8%), m\u00e1scara cir\u00fargica (16,1%), gorro (10%), luvas (4%) e luvas cir\u00fargicas (3,7%). Em rela\u00e7\u00e3o a insumos, os profissionais informaram a aus\u00eancia de kits de exame para a covid-19, com 29,4% das den\u00fancias; medicamentos, com 21,9%; exames de imagem, com 13,8%; material para uso em unidades de tratamento intensivo (UTIs), com 10,2%; e material para curativo, com 6,1%.<\/p>\n<p>Entre as den\u00fancias apresentadas, 30,8% relataram a falta de \u00e1lcool em gel; 22%, a de \u00e1lcool 70%; 19,3%, a de papel toalha; e 17,4%, a de sabonete l\u00edquido. Os m\u00e9dicos tamb\u00e9m denunciaram a falta de leitos de UTI adulto (39,3%) e de leitos de interna\u00e7\u00e3o para adultos (32%). A falta de leitos de UTI para crian\u00e7as e adolescentes foi apontada por 17,6% dos que fizeram a den\u00fancia na plataforma do CFM. 11,1% tamb\u00e9m relataram a falta de leitos de interna\u00e7\u00e3o para este p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Volunt\u00e1rios<\/strong>\u00a0\u2013 Finalmente o trabalho do CFM, destaca o grau de interesse dos m\u00e9dicos em atuarem, de forma volunt\u00e1ria, no combate \u00e0 covid-19. Na an\u00e1lise dos recursos humanos em medicina dispon\u00edveis no contexto da luta contra a covid-19, chama a aten\u00e7\u00e3o o grau de desprendimento dessa popula\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. De acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, cerca de 10 mil profissionais da \u00e1rea se cadastraram no programa Brasil Conta Comigo e se apresentaram como volunt\u00e1rios para ajudar no atendimento da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desse total, mais de 50% estavam concentrados em S\u00e3o Paulo (19,6%), Minas Gerais (12,9%), Rio Grande do Sul (10,3%), Paran\u00e1 (6,5%) e Rio de Janeiro (6,2%). Al\u00e9m desses estados, houve ades\u00e3o importante em Santa Catarina, Bahia, Distrito Federal, Cear\u00e1, Pernambuco, Goi\u00e1s e Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p><strong>Figura 2<\/strong>. M\u00e9dicos cadastrados no Programa \u201cO Brasil Conta Comigo \u2013 Profissionais da Sa\u00fade\u201d at\u00e9 o final de abril de 2020<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13382\" src=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabelauf_linhafrente.jpg\" alt=\"\" width=\"561\" height=\"851\" srcset=\"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabelauf_linhafrente.jpg 561w, https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/tabelauf_linhafrente-198x300.jpg 198w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, 561px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM Levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), mostra que o Pa\u00eds conta com quantidade<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10942,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[89,76],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13376"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13376"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13376\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13384,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13376\/revisions\/13384"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10942"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13376"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13376"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cipe.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13376"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}